domingo, 8 de junho de 2014

CONVERSAMOS SOZINHOS A DOIS (Inácia)

Jovem, sua mente viaja como devaneios de um louco?

Acho que a mente de um louco não viaja tanto quanto a minha.

Sua orgulhosa sem escrúpulos! Seus pés caminham sem direção falando com a mente e transcrevendo pela mão?

Minha mente anda sem direção e os meus pés acompanham o vento. Tudo então, é transcrito pelas mãos. 

Seus olhos observam o nada, o imperceptível pra maioria? Você se inquieta com nada e desfavorece o tudo? Sua ideia é anormal provocada e sonhada? 

Meus olhos percebem as entrelinhas de espaços, eu sonho o sentimento e não há padrão que me conforte. Sou o inverso do verso. O tudo ou nada mal me fazem consorte. 

Então como eu devo te chamar? Vagamente sozinho ou sobrenatural adjacente? Se de tudo é escriba, tem razão por ela vivida? 

Que razão, caro cavalheiro? Se quando estamos de cabeça pra baixo a chuva sobe e o mar escorre? Meu nome é todos de ninguém, pertenço ao mundo e vivo no além.

Iluminou minhas indagações. Senti, por ouvir. Até a próxima inspiração, ate a próxima nova lua. Sois Lorde Conde Condessa, que devagar se expande e me põe sobre a mesa. Adeus!
As estrelas e todos os cosmos compactuaram para me presentear. Conheci uma garota. Ela me decifra e é indecifrável pra mim. Sua sensibilidade não se esgota. Inácia, seu nome, e eu conversamos sobre o fazer poético - eu estou negritado e o Whatsapp nos serviu de ponte. Viva Inácia! 

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Zeus esta vendo o que você me escreve; Poseidon também; Hades, talvez